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Os resultados dos nossos clientes se fazem com grandes números
Resultados sólidos não vêm por acaso. Eles são fruto de estratégias bem executadas, métricas acompanhadas de perto e números que comprovam cada avanço. Na Mobapps, cada dado traduz confiança, inovação e impacto real no crescimento dos nossos clientes.
23m
De downloads realizados
95%
Índice de satisfação
150
clientes atendidos
4.5
Média de avaliação
Depoimentos
Nossa história é contada através dos nossos clientes.

Hoje, o Partiu é sinônimo de confiança em sua região: mais de 50 mil corridas por mês, alta taxa de aceitação e motoristas comprometidos. De um início incerto, nasceu uma empresa sólida e inspiradora. E desde o primeiro dia, a Mobapps esteve presente, oferecendo tecnologia, gestão e apoio estratégico para transformar o nosso sonho em realidade.
AmandaCEO, Partiu
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Plano Starter
Consumo mínimo
R$199/mês
R$0,70 por Corrida finalizada
Adesão
R$1.999
Funcionalidades Essenciais
Infraestrutura AWS
Sistema de Mapas e buscas de alta precisão (Google)
1 Módulo disponível
1 Cidade incluída
1 Categoria incluída
1 Sub usuário/Franquia
1 hora de reunião de treinamento
20 dias de acompanhamento da implantação via WhatsApp
Suporte por e-mail e chat
- Canal para emergências 24h
- Despacho pelo painel de gerenciamento
- API da Mobapps
- Gerente de contas
Opcionais
SMS validação (R$ 0,11/un)
WhatsApp validação (R$ 0,13/un)
Cartão no app (consultar taxas)
Sistema de conciliação motorista (percentual ou fixo)
Integração com Iza Seguradora
Validação de CPF do passageiro (R$ 0,15/un)
Plano Pro
Mais escolhidoConsumo mínimo
R$449/mês
A partir de R$0,45 por Corrida finalizada
Adesão
R$3.999
Funcionalidades Essenciais
Infraestrutura AWS
Sistema de Mapas e buscas de alta precisão (Google)
Desenho de rotas
1 Módulo disponível
2 Cidades incluídas
2 Categorias incluídas
3 Sub usuários/Franquias
2 horas de reunião de treinamento
35 dias de acompanhamento da implantação via WhatsApp
Suporte por e-mail, chat e telefone
Despacho pelo painel de gerenciamento
- Canal para emergências 24h
- API da Mobapps
- Gerente de contas
Opcionais
SMS validação (R$ 0,10/un)
WhatsApp validação (R$ 0,12/un)
Cartão no app (consultar taxas)
Sistema de conciliação motorista (percentual ou fixo)
Integração com Iza Seguradora
Validação de CPF do passageiro (R$ 0,15/un)
Plano Scale
Consumo mínimo
R$750/mês
A partir de R$0,37 por Corrida finalizada
Adesão
R$5.999
Funcionalidades Essenciais + Scale
Infraestrutura AWS
Sistema de Mapas e buscas de alta precisão (Google)
Desenho de rotas
2 Módulos disponíveis
3 Cidades incluídas
3 Categorias incluídas
7 Sub usuários/Franquias
3 horas de reunião de treinamento
60 dias de acompanhamento da implantação via WhatsApp
Suporte por e-mail, chat, telefone e WhatsApp
Canal para emergências 24h
Despacho pelo painel de gerenciamento
API da Mobapps
Gerente de contas
Opcionais
SMS validação (R$ 0,10/un)
WhatsApp validação (R$ 0,12/un)
Cartão no app (consultar taxas)
Sistema de conciliação motorista (percentual ou fixo)
Integração com Iza Seguradora
Validação de CPF do passageiro (R$ 0,15/un)
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Governo propõe R$ 10 por entrega: Entenda o que muda para os entregadores de aplicativo
O cenário do delivery no Brasil pode passar por transformações significativas em breve. O Governo Federal apresentou recentemente uma proposta de regulamentação para o trabalho de entregadores por aplicativo que visa estabelecer padrões mínimos de remuneração e maior proteção para uma categoria marcada pela variação de renda. A medida surge em meio a um debate mais amplo no Congresso sobre a regulamentação do trabalho via plataformas digitais, buscando criar regras claras onde hoje há incertezas. Confira os principais pontos da proposta: 1. Valor mínimo por entrega Atualmente, o valor médio praticado pelas plataformas gira em torno de R$ 7,50 por corrida. A nova proposta estabelece um piso de R$ 10,00 por entrega. Esse ajuste busca garantir uma renda mínima mais digna para o trabalhador desde o primeiro quilômetro rodado. 2. Adicional para corridas longas Para compensar o esforço em trajetos maiores, a proposta prevê um reajuste no valor pago por distância. Em entregas que ultrapassarem 4 km, o entregador passará a receber um adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado. Hoje, esse valor adicional é de aproximadamente R$ 1,50. 3. Fim das distorções em entregas agrupadas Uma das reclamações frequentes da categoria diz respeito às “entregas agrupadas” (quando o profissional leva vários pedidos em um mesmo trajeto). Segundo o governo, hoje as plataformas cobram por cada entrega do cliente, mas nem sempre repassam o valor integral ao entregador. Com a nova regra, o pagamento deverá ser proporcional por cada entrega realizada, garantindo que o trabalhador receba de forma justa pelo volume de serviço prestado no mesmo percurso. 4. Quem pagará a conta? Um ponto central da proposta é que o governo afirma que não haverá impacto para o consumidor final. A diretriz é que os custos adicionais decorrentes desse reajuste sejam absorvidos pelas próprias plataformas de entrega, sem cobranças extras na taxa de entrega paga pelo usuário. O objetivo da regulamentação Segundo o Executivo, o texto foi construído através de diálogo com representantes dos entregadores. O foco é trazer segurança para um setor essencial da mobilidade urbana, garantindo que o crescimento do delivery no Brasil seja acompanhado por condições mais justas para quem está na linha de frente. Precisa de ajuda para estruturar seu delivery? Fale com um especialista e descubra como melhorar sua operação agora mesmo. Falar com a Mobapps fonte: 55 content O post Governo propõe R$ 10 por entrega: Entenda o que muda para os entregadores de aplicativo apareceu primeiro em MobApps - Blog.
Contrato com motoboy MEI: guia completo para evitar problemas trabalhistas
Se você trabalha com delivery, contratar motoboys como MEI pode parecer uma solução simples e econômica. No entanto, sem um contrato bem estruturado, essa decisão pode gerar sérios problemas jurídicos. Um contrato com motoboy MEI é essencial para garantir segurança, organização e evitar riscos como o reconhecimento de vínculo empregatício. Neste guia completo, você vai entender como funciona esse tipo de contratação e quais cuidados tomar. O que é um motoboy MEI? O Microempreendedor Individual (MEI) é um profissional formalizado que possui CNPJ e atua como prestador de serviços. No caso do motoboy, isso significa que ele trabalha de forma autônoma, podendo prestar serviços para diferentes empresas, sem vínculo empregatício. Essa modalidade é bastante utilizada por empresas de delivery por oferecer mais flexibilidade e redução de custos operacionais. Por que fazer um contrato com motoboy MEI? O contrato é fundamental para estabelecer uma relação clara entre empresa e entregador, definindo responsabilidades e evitando conflitos. Além disso, ele protege juridicamente o negócio e reduz o risco de processos trabalhistas. Um contrato bem elaborado garante: Segurança jurídica para ambas as partes Clareza nas responsabilidades Definição da forma de pagamento Organização da operação de entregas O que pode gerar vínculo empregatício? Mesmo com contrato MEI, algumas práticas podem caracterizar vínculo empregatício, o que pode trazer prejuízos legais para a empresa. Entre os principais fatores estão: Horário fixo: exigência de jornada definida Pagamento fixo: salário mensal independente da produção Subordinação: ordens diretas e controle rígido Exclusividade: impedir o motoboy de trabalhar para outros Se essas características estiverem presentes, a relação pode ser considerada como emprego formal. :contentReference[oaicite:0]{index=0} O que não pode faltar no contrato Para garantir segurança, o contrato deve ser claro e completo. Veja os principais pontos: Identificação das partes (empresa e motoboy) Descrição dos serviços prestados Forma de pagamento (por entrega, hora ou demanda) Área de atuação Responsabilidades de cada parte Cláusula de não vínculo empregatício Condições de rescisão Esses elementos ajudam a evitar conflitos e deixam a relação profissional mais transparente. :contentReference[oaicite:1]{index=1} Boas práticas na contratação de motoboy MEI Além do contrato, algumas práticas são essenciais para manter a legalidade da relação: Não tratar o motoboy como funcionário Evitar controle rígido de horários Permitir que ele trabalhe para outras empresas Realizar pagamentos por serviço prestado Solicitar emissão de nota fiscal O motoboy MEI deve atuar com autonomia, como qualquer prestador de serviço. :contentReference[oaicite:2]{index=2} Vantagens de contratar motoboy MEI Quando feito corretamente, esse modelo traz diversos benefícios: Redução de encargos trabalhistas Mais flexibilidade operacional Escalabilidade da equipe de entregas Facilidade na gestão de demanda Isso permite que empresas de delivery cresçam com mais agilidade e menor custo. Conclusão O contrato com motoboy MEI é uma ferramenta essencial para qualquer empresa de delivery que deseja crescer com segurança. Mais do que um documento, ele é a base para uma relação profissional saudável, evitando riscos jurídicos e garantindo eficiência na operação. Se você quer proteger seu negócio e organizar sua logística, comece estruturando corretamente a contratação dos seus entregadores. O post Contrato com motoboy MEI: guia completo para evitar problemas trabalhistas apareceu primeiro em MobApps - Blog.

Regulamentação de motoristas e entregadores por aplicativo avança no Brasil: entenda o fim da corrida mínima
Projeto de lei em discussão no Congresso pode mudar regras para mais de 2 milhões de trabalhadores de aplicativos no país. Medida inclui debate sobre remuneração mínima, direitos dos entregadores e criação de pontos de apoio para trabalhadores. O trabalho por aplicativo no Brasil está prestes a passar por uma transformação significativa. Com mais de 2 milhões de profissionais atuando no setor, sendo cerca de 1,5 milhão de motoristas e aproximadamente 500 mil entregadores. O Governo Federal e a Câmara dos Deputados avançam nas negociações para regulamentar a atividade. A proposta busca estabelecer regras que tragam mais segurança jurídica para trabalhadores e plataformas digitais, além de discutir temas como remuneração mínima, condições de trabalho e infraestrutura para os profissionais que atuam no setor. O projeto de lei pode redefinir o futuro da chamada economia de aplicativos, que cresceu rapidamente no país na última década. Corrida mínima de R$ 8,50 é retirada do projeto Um dos pontos mais debatidos da proposta era a criação de um valor mínimo nacional para corridas realizadas por motoristas de aplicativo. No entanto, o relator do projeto, deputado Augusto Coutinho, decidiu retirar do texto a previsão de uma corrida mínima de R$ 8,50. A justificativa apresentada é a diversidade econômica das cidades brasileiras. Segundo o parlamentar, um valor fixo nacional poderia dificultar o funcionamento do serviço em cidades menores, onde o custo médio das corridas costuma ser mais baixo. Estudos apresentados durante as discussões indicam que cerca de 25% das corridas realizadas no país custam menos de R$ 8,50. Caso o piso fosse mantido, parte dessas viagens poderia deixar de existir. Debate sobre remuneração de entregadores continua Enquanto o valor mínimo para motoristas foi retirado do projeto, a discussão sobre os direitos dos entregadores por aplicativo continua intensa no Congresso. Representantes da categoria argumentam que o modelo atual apresenta desequilíbrio na divisão da remuneração entre trabalhadores e plataformas digitais. Há relatos de casos em que aplicativos ficam com até 50% do valor de uma corrida, mesmo com o entregador sendo responsável por custos como combustível, manutenção do veículo e equipamentos. Entre as principais propostas defendidas pelos entregadores estão: taxa mínima de R$ 10 por entrega pagamento adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado Essas demandas ainda estão em negociação e podem ser incluídas na versão final do projeto. Projeto prevê pontos de apoio para entregadores Outra proposta que ganhou destaque nas discussões é a criação de pontos de apoio obrigatórios para trabalhadores de aplicativos. A iniciativa prevê que plataformas de delivery disponibilizem estruturas físicas para oferecer melhores condições de trabalho aos profissionais. Entre os itens sugeridos estão: banheiros higienizados chuveiros e espaço para troca de roupa água potável gratuita local para refeições área coberta para descanso pontos de energia para recarga de celulares estacionamento gratuito para motos, bicicletas e carros A proposta busca garantir mais dignidade e suporte para entregadores, que passam grande parte do dia nas ruas. Quando a nova lei pode ser votada A expectativa do Congresso Nacional é que o texto final do projeto seja apresentado ainda em março. A votação em plenário pode acontecer no início de abril, segundo lideranças da Câmara dos Deputados. Autoridades do governo afirmam que a regulamentação é necessária para enfrentar um problema histórico do setor: a falta de regras claras e proteção social para trabalhadores de aplicativo. O que pode mudar para motoristas e entregadores Se aprovada, a nova regulamentação pode trazer mudanças importantes para toda a cadeia da economia de aplicativos. Entre os possíveis impactos estão: maior transparência nas taxas cobradas pelas plataformas regras mais claras para remuneração melhorias nas condições de trabalho mais segurança jurídica para trabalhadores e empresas Ao mesmo tempo, o desafio será encontrar um equilíbrio entre a proteção dos trabalhadores e a manutenção de preços acessíveis para consumidores. Conclusão A regulamentação do trabalho por aplicativo representa um dos debates mais relevantes da economia digital brasileira. Com milhões de pessoas dependendo dessa atividade como fonte de renda, as decisões que serão tomadas nas próximas semanas no Congresso podem redefinir o futuro do setor de mobilidade e delivery no país. Perguntas frequentes O que é a regulamentação do trabalho por aplicativo? É um projeto de lei que busca definir regras para motoristas e entregadores que trabalham em plataformas digitais como aplicativos de transporte e delivery. Vai existir valor mínimo para corridas? A proposta inicial previa uma corrida mínima de R$ 8,50, mas o valor foi retirado do texto para evitar impactos em cidades menores. O que pode mudar para os entregadores? Entre as propostas discutidas estão taxa mínima por entrega, pagamento por quilômetro rodado e criação de pontos de apoio para trabalhadores. fonte: G1 e 55content O post Regulamentação de motoristas e entregadores por aplicativo avança no Brasil: entenda o fim da corrida mínima apareceu primeiro em MobApps - Blog.









